Trôpego,
tropeço em
teu
torpor.
Tonto,
tateio-te. À
toa.
Tu,
também,
tentas
tomar-me por
teu.
Trepamos
Tentamos.
Tombamos.
Tesos, mas
tortos de prazer.
The End.
Faço a poesia do repente, assim, derrepente, tudo junto e com r dobrado. Tão dobrado que fica drogado. Faço a poesia do agora, do urgente, do que não se pode perder. É abrir o blog e postar que a vida é mais, que a vida é mais curta do que o agora, que a vida é a hora. Faço a poesia do rasteiro, mesmo que não seja rasteira. Do subterrâneo, do ocaso, do maltrapilho, do maltratado. Faço a poesia do Adeus. E é o que digo agora, ahora.
Um comentário:
Belo poema em T. Os pronomes eu e ela se confundem maravilhosamente. Há braços!
Antônio Alves
No Passeio Público
Postagens às quartas e domingos
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