Minha vida tá um samba do crioulo doido.
(Ou seria "do afrodescendente com certa perturbação mental?")
Tanto faz.
Só sei que o Carnaval será em Brasília...
– Deixai para trás toda a esperança de diversão.
Faço a poesia do repente, assim, derrepente, tudo junto e com r dobrado. Tão dobrado que fica drogado. Faço a poesia do agora, do urgente, do que não se pode perder. É abrir o blog e postar que a vida é mais, que a vida é mais curta do que o agora, que a vida é a hora. Faço a poesia do rasteiro, mesmo que não seja rasteira. Do subterrâneo, do ocaso, do maltrapilho, do maltratado. Faço a poesia do Adeus. E é o que digo agora, ahora.
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